Movimento pressiona preços, impulsiona retrofit de prédios antigos e atrai empresas interessadas em ocupar áreas estratégicas da região central.
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Mercado imobiliário do Rio
Matérias
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Disputa por escritórios de alto padrão no Centro do Rio esquenta e pressiona por novos retrofits
12 de fevereiro, por Ricardo Porto -
O charmoso Humaitá é redescoberto pelo mercado imobiliário
25 de fevereiro de 2024, por Ricardo PortoO sucesso dos lançamentos imobiliários em Botafogo jogou luzes sobre um vizinho discreto que também começa a ser disputado pelas incorporadoras: o Humaitá. O charmoso bairro — que tem casarões antigos e ruazinhas arborizadas, um polo gastronômico e a Cobal, com bares, restaurantes, hortifrúti e supermercado —ganhará três residenciais nos próximos meses. E mais: dois deles darão vida nova a construções antigas cujo destino parecia incerto.
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Porto Moradia: finalmente a Zona Portuária do Rio ganha ares de bairro residencial em 2026
18 de janeiro, por Ricardo PortoOs primeiros moradores dos novos empreendimentos do Porto Maravilha chegaram em 2025: este ano, a região finalmente ganha ares de bairro.
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De cachaçaria a prédios históricos como o primeiro cortiço do Brasil, prefeitura do Rio quer vender 324 imóveis
7 de janeiro, por Ricardo PortoFontes do mercado estimam que o caixa municipal possa receber entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões se todos encontrarem compradores.
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Prefeitura lança programa com incentivos para recuperar imóveis degradados no Centro do Rio
15 de maio de 2025, por Ricardo PortoEm mais um esforço para revitalizar o Centro, a prefeitura lançou, nesta quinta-feira, o Reviver Centro Patrimônio Pró-APAC, programa voltado à requalificação urbana e à recuperação de imóveis degradados localizados na região central da cidade. A iniciativa se insere no mesmo contexto de outras já em andamento — como o próprio Reviver Centro e o Reviver Centro Cultural. A ideia é enfrentar o abandono e a degradação de imóveis, alguns deles de valor histórico cuja situação atual pode representar riscos de desabamento e ameaça o patrimônio cultural. Para isso, o município utilizará mecanismos legais como a desapropriação e a redistribuição fundiária, com o objetivo de transferir esses imóveis, por meio de leilões públicos, a agentes privados, a princípio apenas pessoas jurídicas, que se comprometam com a reforma das construções degradadas.
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Leblon, Ipanema e Lagoa são os bairros mais caros para financiar imóveis no Rio; veja a lista dos 20
19 de agosto de 2025, por Ricardo PortoOs três bairros exigem uma renda mensal acima de R$ 69 mil para aprovação do crédito.
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Metro quadrado de São Cristóvão deve valorizar como o do Porto Maravilha
9 de março, por Ricardo PortoEm 2021, o metro quadrado no bairro ficava em cerca de R$ 6 mil, em comparação aos R$ 8 mil a R$ 8,5 mil atuais.
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UFRJ quer vender imóveis para fazer reformas e novos prédios nos campi
15 de agosto de 2024, por Ricardo PortoAtolada em dívidas e com o orçamento cada vez mais apertado, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) planeja se desfazer de parte de seu patrimônio imobiliário para recuperar unidades que estão caindo aos pedaços ou com obras inacabadas. A instituição negocia a venda de 11 lajes no Ventura Corporate Towers, um edifício comercial moderno no Centro do Rio. São 16,6 mil metros quadrados num dos pontos mais valorizados da cidade, na Avenida Chile, que estão alugados para empresas. Dois dos andares, no entanto, estão ocupados por parte da Escola de Música, cujos prédios na Lapa estão quase que inabitáveis.
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Câmara aprova Praça Onze Maravilha, projeto que prevê 37 mil moradias e demolição do Elevado 31 de Março
27 de maio, por Ricardo PortoCâmara do Rio aprova o projeto Praça Onze Maravilha, que prevê novas moradias, requalificação urbana, mudanças no Sambódromo, áreas verdes e investimentos de R$ 1,75 bilhão na região central.
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Imóveis de luxo: Rio se consolida como segundo maior mercado do país no segmento
19 de fevereiro de 2025, por Ricardo PortoEm 2024, o mercado imobiliário do Rio teve seu melhor desempenho desde 2019, impulsionado principalmente pelo segmento de alto padrão. A participação da cidade no mercado nacional quase dobrou, passando de 3,5% para 5%. Esse crescimento levou o Rio do quarto lugar, em 2023, para a segunda posição no ranking de lançamentos de imóveis de luxo e superluxo no Bras.